Compartilhando suas experiências em registrar os acontecimentos através de uma câmera, o repórter fotográfico Alexandre Souza, esteve em uma palestra descontraída com os alunos do 6° semestre do curso de jornalismo na última terça-feira, com o intuito de mostrar como é a rotina e a vida de um profissional que indispensável para um jornal impresso.
Atuando a 20 anos dentro do jornalismo, Alexandre descobriu sua paixão na extinta empresa jornalística Comarca, onde iniciou com jornaleiro. Após um tempo, o fotografo foi transferido para executar serviços internos, despertando uma grande curiosidade por fotografar o momento, buscar um ângulo diferente dos demais. Foi criando um interesse dentro de si, até que passasse a trabalhar como sua paixão por congelar o exato. Após 6 anos trabalhando na área de fotojornalismo no jornal Comarca, Alexandre também trabalhou no Jornal da Cidade, na Agência Exterior até ser convidado a fazer parte do quadro de funcionários do Folha da Região, onde está até hoje.
Durante sua palestra, Alexandre conta experiências do dia-a-dia, desde o primeiro passo, que é chegar no jornal, logo a pós uma reunião de pauta, e deparar-se com a ela contendo as imagens que o editor precisa para publicadar uma matéria de qualidade. Ele reforça em toda palestra que para ter um profissionalismo o repórter e o fotografo precisam estabelecer um dialogo desde a saída do jornal até o momento que retornarem à empresa “o texto tem que casar com a foto por isso é importante estabelecer um conversa para que fique claro quais as imagens necessárias para a matéria”, diz o fotografo. Porém esta comunicação não se estreita ao repórter e fotografo, ele conta, com muito bom humor, que algumas vezes você sabe quando registrou um momento digno de capa e seu grande desafio é convencer editor que aquela imagem precisa estar na manchete.
Sua grande paixão é registrar fotos para a editoria policial, que a principio não foi uma tarefa fácil, pois ao fotografar seu primeiro, sentiu-se mal durante vários dias, por ver cenas fortes de óbitos. Nesta mesma editoria, ele conta de que muitas vezes o corpo de bombeiros ou a polícia não querem que ele fique no local do acidente, mas na tentativa de buscar um bom ângulo, ele permanece, sem discutir. Um fato curioso nestes casos, é que são tiradas em torno de 80 a 120 fotos, diferentes de matérias normais com entrevistados, onde o número de fotos varia de 20 a 30 fotos. Para fotos policiais, existe até uma certa “frieza”, com o passar do tempo o profissional vai se acostumando com corpos estendidos ou até mesmo estilhaçado por toda parte.
Mas não é só de sangue que sobrevive o fotojornalismo, Alexandre mostra diversas fotos onde tudo que se precisa é um olhar criativo, atento, e uma câmera na mão. Foram muitas experiências que o levaram a ter essa visão, as vezes fotografando o exato, as vezes o cotidiano, os detalhes que passam despercebido, ou até mesmo produzindo uma foto que ilustre uma boa matéria. Mas, o que não pode faltar é a imagem que fale mais que mil palavras.
Atuando a 20 anos dentro do jornalismo, Alexandre descobriu sua paixão na extinta empresa jornalística Comarca, onde iniciou com jornaleiro. Após um tempo, o fotografo foi transferido para executar serviços internos, despertando uma grande curiosidade por fotografar o momento, buscar um ângulo diferente dos demais. Foi criando um interesse dentro de si, até que passasse a trabalhar como sua paixão por congelar o exato. Após 6 anos trabalhando na área de fotojornalismo no jornal Comarca, Alexandre também trabalhou no Jornal da Cidade, na Agência Exterior até ser convidado a fazer parte do quadro de funcionários do Folha da Região, onde está até hoje.
Durante sua palestra, Alexandre conta experiências do dia-a-dia, desde o primeiro passo, que é chegar no jornal, logo a pós uma reunião de pauta, e deparar-se com a ela contendo as imagens que o editor precisa para publicadar uma matéria de qualidade. Ele reforça em toda palestra que para ter um profissionalismo o repórter e o fotografo precisam estabelecer um dialogo desde a saída do jornal até o momento que retornarem à empresa “o texto tem que casar com a foto por isso é importante estabelecer um conversa para que fique claro quais as imagens necessárias para a matéria”, diz o fotografo. Porém esta comunicação não se estreita ao repórter e fotografo, ele conta, com muito bom humor, que algumas vezes você sabe quando registrou um momento digno de capa e seu grande desafio é convencer editor que aquela imagem precisa estar na manchete.
Sua grande paixão é registrar fotos para a editoria policial, que a principio não foi uma tarefa fácil, pois ao fotografar seu primeiro, sentiu-se mal durante vários dias, por ver cenas fortes de óbitos. Nesta mesma editoria, ele conta de que muitas vezes o corpo de bombeiros ou a polícia não querem que ele fique no local do acidente, mas na tentativa de buscar um bom ângulo, ele permanece, sem discutir. Um fato curioso nestes casos, é que são tiradas em torno de 80 a 120 fotos, diferentes de matérias normais com entrevistados, onde o número de fotos varia de 20 a 30 fotos. Para fotos policiais, existe até uma certa “frieza”, com o passar do tempo o profissional vai se acostumando com corpos estendidos ou até mesmo estilhaçado por toda parte.
Mas não é só de sangue que sobrevive o fotojornalismo, Alexandre mostra diversas fotos onde tudo que se precisa é um olhar criativo, atento, e uma câmera na mão. Foram muitas experiências que o levaram a ter essa visão, as vezes fotografando o exato, as vezes o cotidiano, os detalhes que passam despercebido, ou até mesmo produzindo uma foto que ilustre uma boa matéria. Mas, o que não pode faltar é a imagem que fale mais que mil palavras.
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